A gente nunca se esquece.


Aquilo tudo ― quase ― me matou, era tanta saudade sufocada, tanto choro engolido, olhares encontrados e desviados, tantos sorrisos em minha memória, abraços "verdadeiros". E amigos assim é contado, um por pessoa. Um, apenas um por uma vida inteira e você tem que saber aproveitar, pois eles não acostumam permanecer por um longo tempo. É como uma lição que se tem que aprender: ele vem pra se dar de exemplo, de como você deve valorizar os verdadeiros amigos, pois quando "se vão", é terrível. É como se aquele amigo levasse um pedacinho de você junto d'ele, aí você procura essa parte em outras pessoas, mas não a encontra. E é quando você descobre que pessoas ― realmente ― especiais NUNCA se vão. Mesmo estando longe estão aí, naquele vazio do seu coração, da sua mente. Estão sempre presentes nas suas lembranças e naquela música que vocês acostumavam escutarem juntos, naquele filme que vocês se identificavam, naquelas coisas que vocês tinham em comum, aquele abraço ― que falta ― na hora em que você não encontrava o chão. São tantas coisas, que você passa a perceber que as lembranças passam a deixar a pessoa diariamente em sua vida, você nunca está tão distante e só. Pois de algum modo ela está ali. Mesmo ausente, está presente, entende?

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04 junho 2011 @ 23:40 / 0 comentários


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